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Imprensa Marrom
EM EVOLUÇÃO

Versão em evolução autoral, com regravação prevista de voz e de trilhas selecionadas.

O Que Eu Tento Ser

Canção de desejo, hesitação e autoimpasse amoroso. A música sustenta com delicadeza essa tensão entre o que se sente, o que se imagina do outro e o que se tenta ser.

Faixa do LP Imprensa Marrom, 1993.

Arte de O Que Eu Tento Ser

Clipe / vídeo

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Áudio

O Que Eu Tento Ser

Versão em evolução autoral, com regravação prevista de voz e de trilhas selecionadas.

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Letra e cifra

O Que Eu Tento Ser

Letra e Música: Paulo Alvim

Nunca ouse dizer
Que eu não gostei, não gosto,
não vou gostar de você.
Mas o que eu sinto é sempre contra
O que eu tento ser
E eu não vou forçar você
A se entregar à extravagância
De um único ser…
Que pode estar errado...
Eu posso estar completamente errado...
E posso estar até
Errando em não te conhecer
E posso estar até
Errando em não te conhecer
E posso estar até
Errando em não te conhecer
ye, yeh
Mas os teus olhos sempre nascem,
no horizonte em meu caminho
por mais que eu me afaste.
As montanhas, os teus seios.
Seu batom cor de Marte.
Me impede a visão,
A neblina branca e fina,
Ar do seu pulmão.
Que pode estar errada...
Cê pode estar completamente errada...
E pode estar completamente errada...
E pode estar até errando em não me conhecer.
E pode estar até errando em não me conhecer
ye yeh
Solo
E pode estar até
Errando em não me conhecer
E pode estar até
Errando em não me conhecer
ye yeh
Eu posso estar errado...
Eu posso estar completamente errado.
Eu posso estar errado...
Eu posso estar completamente errado
A gente pode até
estar errando em não se conhecer.
A gente pode até
estar errando em não se conhecer.
ye yeh

Análise Harmônica Feita por IA

Escrita em Lá maior (A), a canção se destaca pelo refinamento na condução de vozes e pelo uso expressivo de inversões de baixo (A/C#, A/E, D7+/A, D/F#). Logo na abertura e nos versos, o encadeamento A7+ – F#m – C#m7 – Bm7 – D constrói uma descida diatônica aveludada de sétimas maiores e menores, interrompida no segundo verso pela entrada dramática da subdominante menor (Dm) sobre "De um único ser", um empréstimo modal clássico da canção brasileira que traduz a hesitação amorosa da letra.

Nos refrões e na seção final, a harmonia trabalha com células de retorno em movimento escalar descendente (D → C#m7 → Bm7 → A), enriquecidas por bordaduras rápidas (A – B – A – F#m) e por uma sequência de aberturas sobre pedal na reta final (A7+ → D7+ → D7+/A → D/F#). Essas mudanças de baixo sob os mesmos acordes mantêm a harmonia respirando de forma orgânica a cada repetição de "Eu posso estar errado", evitando qualquer sensação de estagnação.

Créditos parciais da nova versão

  • Paulo Alvim concepção da releitura, direção musical e desenvolvimento da nova versão
  • Produção com IA arranjo expandido e produção visual com IA em andamento

Créditos da versão original

  • Paulo Alvim voz
  • Cacá baixo
  • Júnior Costa (JUNIX) guitarra e violão
  • Zezé Kildare bateria
  • Yeyé teclados
  • Sílvia Carvalho backing vocals